A trama

Não foi uma ironia, vai? Foi um elogio (e ao mesmo tempo uma crítica para nós dois). Eu tenho dificuldades em me concentrar numa estrutura da trama e você me puxando cada vez mais para divagações com as imagens!

Eu acho que devemos fazer um plano (cena a cena) do que vai acontecer em nossa história. Levando em consideração a forma como se articula um roteiro cinematográfico: conflito, positivo, negativo, surpresa e muita imagem.

O que você acha?

Cena 1- O despertar - apresentação do cotidiano de Ana, apresentação da personagem Ana por aproximação. Economia de texto.

Cena 2 - Trabalho - Ana descobre um território desconhecido (esse é o plot point, talvez deva vir um pouco depois)… A cena 3 antes, não sei.

Cena 3 - Personagens secundários - aniversário de algum amigo de Ana ( refletir: como se comemorarão os aniversários nesse nosso futuro?) ela encontra seus amigos, os personagens secundários são apresentados por circunstância, existe alguma coisa de flerte, talvez alguma coisa de rivalidade e outro tanto de cumplicidade: Ana comenta com alguém o seu achado?

 

Continua…

 

Ps.: Comentário aleatório: Tava lendo a Bravo! essa semana e vi uma resenha sobre o novo livro do Nicky Horbny: “Slam” fiquei a fim de ler.

 

Beijo!

Imagine-se Anna

Gostei da idéia dela ser uma historiadora numa Veneza oriental repleta de holigrafias… A tua parte você faz muitíssimo bem, hein? Em matéria de imagens estamos dando show!

 

Então… a respeito dela ser politizada, acho que é como você falou, não existe um partido ou corrente política da forma como se estruturam hoje. Eu acredito, pelo que você tem me feito pensar, que a informação, sim justamente a informação é que vai ser a maior forma de poder. O quarto poder como primeiro? Não, mas que isso. Todo um questionamento da realidade. Não é só o jornalismo é a construção da informação, que pode ser feita por qualquer um, e que constrói enumeras verdades.

 

Acho que tá na hora da gente começar a pensar na trama propriamente dita. Viu como os estereótipos ajudam a dar um ponta pé inicial. A partir do momento que dissemos se tratar de uma historiadora, workaholic, já podemos imaginar o universo da personagem como ela vive o cotidiano, essas coisas.

Talvez devêssemos nos colocar no lugar dela: se você fosse uma historiadora, negra, tesudíssima (workaholic e tesudissima: adoro esfericidades!), vivendo num futuro alagado, Veneza oriental, como seria a sua vida?

O que você comeria no café da manhã, o que você faria em suas horas de lazer, qual seria a tua renda mensal e com o que você gastaria o seu dinheiro, com que pessoas você se envolveria, como era a tua família, quais as tuas carências… e por aí vai ad infinito!

 

Comece você a responder…

 

Beijo!

Ae Limoca…

acho que o blog pode começar estou tentando ver uma maneira dele ficar privado